MISSÃO
Transformar dados em decisões e decisões em crescimento sustentável.
VisÃO
Viver de verdade, conhecer o mundo e gerar resultado por onde eu passar.
VALORES
Disciplina, Integridade, Coragem, Liberdade e Bom Humor.
MISSÃO
Transformar dados em decisões e decisões em crescimento sustentável.
VisÃO
Viver de verdade, conhecer o mundo e gerar resultado por onde eu passar.
VALORES
Liberdade, Disciplina, Coragem, Integridade e Bom Humor.
UM POUCO SOBRE OS VALORES
Tudo começou com a Liberdade. Sendo carioca, eu sempre ouvi muito aquela filosofia do “deixa a vida me levar”, mas isso nunca funcionou pra mim. Eu sempre busquei autonomia e liberdade de escolha e, por isso, aos 16 anos eu já estava fazendo freelas, tentando construir meu próprio caminho. Liberdade, pra mim, não é soltar o volante nem viver no improviso. É dirigir: escolher prioridades, assumir responsabilidade e manter direção, com respeito ao contexto e compromisso com o que importa. E foi quando eu entendi isso que eu passei a buscar disciplina como aliada, não como oposta.
Origem desta ideia: “Devemos lutar pela disciplina e pela liberdade. Pois através da disciplina vem a liberdade” – Aristóteles.
O segundo valor que me guia é a Disciplina. Se liberdade é dirigir, disciplina é o que mantém o carro na pista. Não é só acelerar: é saber pra onde você está indo, qual rua virar, qual estrada faz sentido e quando é hora de reduzir. Eu aprendi na prática que, no meu caso, liberdade sem método vira ansiedade e desperdício de energia. Foi aí que entrou o que aprendi com PDCA e a lógica do Kaizen: melhoria contínua, com método, consistência e sem romantizar atalhos. Disciplina, pra mim, não é rigidez militar, é direção aplicada no dia a dia. É medir, ajustar, aprender e repetir, até o resultado deixar de ser sorte e virar processo. E é fazer isso sem perder a humanidade, porque disciplina sem leveza vira peso.
Origem desta ideia: “Nós somos o que fazemos repetidamente. A excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito.” – Will Durant (inspirado em Aristóteles)
O terceiro valor é a Coragem. Pra mim, coragem é a capacidade de enfrentar o medo com lucidez. Sentir medo geralmente é sinal de que existe risco e possíveis consequências negativas. Mas coragem não é travar nem se iludir. É enxergar o risco com clareza e ainda assim agir com responsabilidade, porque existe uma confiança realista de que aquilo pode ser feito do jeito certo. Coragem também é admitir erro, pedir ajuda quando necessário e mudar de rota rápido quando os fatos mostram outro caminho, sem perder o cuidado com as pessoas no processo.
Origem desta ideia: “A coragem é um meio-termo em relação ao medo e à confiança.” – Aristóteles (Ética das Virtudes)
O quarto valor é a Integridade. Pra mim, integridade não é o que você fala, é o que você faz. Significa alinhar fala, ação e decisão, principalmente quando ninguém está olhando. É o filtro que eu uso pra escolher o que é certo antes do que é conveniente. E transparência é parte disso: colocar as cartas na mesa, encarar os fatos e justificar decisões com clareza. Eu acredito em relações construídas com confiança e alinhamento, onde a verdade tem espaço e a coerência vale mais do que a conveniência. Eu não sou perfeito, mas eu corrijo rápido e assumo quando erro. Integridade, no fim, é o tipo de valor que evita arrependimento caro e sustenta relacionamentos de longo prazo.
Origem desta ideia: “Se não é certo, não faça. Se não é verdadeiro, não diga.” – Marco Aurélio (Estoicismo)
E o último valor é o Bom Humor. Eu uso o bom humor para criar conexão, deixar o ambiente mais leve e fortalecer relações. Leveza não diminui a seriedade do trabalho. Pelo contrário: ela aumenta energia, colaboração e, no fim, resultados. Bom humor, ao meu ver, não é fugir do problema. É encarar o problema com humanidade e resiliência, sem desrespeito, sem pesar o clima e sem perder o foco.
Origem desta ideia: “É mais humano rir da vida do que lamentar por ela.” – Sêneca (Estoicismo)
UM POUCO SOBRE MINHA HISTÓRIA
Sou carioca e acredito numa coisa simples: dados mudam opiniões, não o contrário. Eu demorei pra entender que isso não é sobre planilha. É sobre vida. Quando a gente decide no grito, no ego ou no “sempre foi assim”, o preço aparece depois no caixa, no time e na cabeça.
Eu comecei cedo. Aos 16 anos entrei no mundo do webdesign. Eu não queria só fazer sites bonitos, eu queria entender como as coisas funcionavam. Esse padrão virou meu motor: quando eu não sabia, eu ia atrás, testava, aprendia e voltava melhor. Essa liberdade de questionar virou método.
Com o tempo, eu transitei por design, marketing e consultoria de estratégia. E aí veio o choque: intuição é útil, mas sem processo vira ruído. Fiz o curso de Gestão para Resultados na Falconi, aprofundei PDCA, processos e indicadores e entendi que resultado não é sorte, é sistema.
Esse sistema foi colocado à prova aos 23 anos, numa consultoria para um grupo empresarial. Eu tive uma experiência que mudou minha régua: consegui ajudar um CEO, dono de uma holding com três empresas, a enxergar os gargalos com clareza e atacar o problema do jeito certo. Não foi “genialidade”, foi método. Aplicando PDCA de forma disciplinada, a gente conseguiu triplicar o lucro líquido em 6 meses.
Depois, fui convidado para atuar como Diretor de Marketing e Growth e ajudar a estruturar uma startup Sales Tech. Foi intenso. Saímos do zero para R$ 1,5 milhão em 4 meses, com ROI de 3x, liderando um time de 7 pessoas, chegando à captação pré-seed de R$ 720 mil e um valuation de R$ 36 milhões.
Após essa experiência, eu quis entender como o jogo funciona em escala dentro de uma grande empresa. Foi aí que eu fiz uma escolha consciente: focar na camada que sustenta crescimento no longo prazo, dados e estratégia.
Na Vivo, coordenei um time de Dados e Analytics que atendia o cliente, atuando em parceria com squads e participando das rotinas para transformar métricas em execução. No Itaú, atuei como consultor de Data Strategy, ajudando a orientar prioridades a partir de diagnóstico e direcionamento de dados.
No agronegócio, coordenei time de Dados e BI com foco em impacto financeiro real. E teve um case que virou símbolo do que eu acredito: na UPL, organizamos um diagnóstico que traduziu “muitos dados” em impacto financeiro claro sobre estoque parado, chegando a R$ 2,4 bilhões de impacto. Apresentei isso diretamente para a diretoria de uma multinacional. O resultado foi um aumento de 127% do orçamento do cliente enterprise após 8 meses.
Nos últimos 2 anos, foquei em software e agentes de IA. Hoje sou Tech Provider da Meta para integrações oficiais com WhatsApp e criei um framework open-source de agentes de IA humanizados. Pra mim, IA é meio, não fim. É uma ferramenta para acelerar o que sempre foi meu foco: reduzir ruído, melhorar decisões e transformar informação em ação com responsabilidade.
No fundo, tudo o que eu faço se resume a uma frase: minha missão é transformar dados em decisões e decisões em crescimento sustentável. E minha visão é viver de verdade, conhecer o mundo e gerar resultado por onde eu passar. Viajar por 10 países na Europa me reforçou uma coisa: contexto muda tudo. Quando você muda o contexto, você muda as perguntas. E quando você melhora as perguntas, você melhora as respostas, no trabalho e na vida.
Os valores que sustentam isso são Liberdade para questionar e construir, Disciplina para transformar intenção em processo, Coragem para agir com lucidez, Integridade para jogar limpo e sustentar confiança, e Bom Humor para manter o ambiente humano.
Porque resultado sem humanidade cobra juros.